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Espondilite Enterocócica

Este artigo explica sobre o que é a espondilite enterocócia e quais suas consequências para a indústria de frangos, escrito por Edgar O. Oviedo-Rondón. Agora você não precisa mais ler, pode escutá-lo! A osteomilite vertebral ou “kinky back” – espondilolistese – se encontra entre as dez principais enfermidades dos frangos de corte em países como EUA e Brasil, tendo sido registrada em muitos outros países.  Ainda que muitas bactérias possam causar infecções vertebrais em aves, o Enterococcus cecorum causa surtos que afetam lotes inteiros.
  • E. cecorum é uma bactéria grampositiva, anaeróbica facultativa e não formadora de esporos.
  • Este coccus só era conhecido como comensal entérico das aves de produção.
  • As cepas comensais de E. cecorum podem ser detectadas no intestino dos frangos durante a terceira semana de vida e se convertem em dominantes no microbioma intestinal dos frangos.
A manifestação mais comum da doença nos frangos de corte e matrizes é a osteoartrite vertebral, kinky back, ou mais tecnicamente, a espondilite enterocócica (ES). Nesta forma, os frangos afetados apresentam uma posição típica de “sentados”. Um sinal clínico similar é observado em uma anomalia do desenvolvimento da coluna vertebral conhecida como espondilolistese, que provoca a compressão da medula espinhal. Foram isolados Enterococcus faecalis, Enterococcus hirae, Escherichia coli e Staphylococcus aureus. Vários autores indicaram que a espondilite enterocócica causada por um único agente tem frequência menor que as infecções multiespecíficas. Em um programa nacional de vigilância financiado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o laboratório do Dr. Borst acumulou mais de 3.000 isolados de E. cecorum patógena procedentes de surtos de espondilite enterocócica em diferentes regiões dos Estados Unidos. Tanto as cepas patógenas como as comensais de E. cecorum tendem a apresentar resistência a múltiplos fármacos. Em geral, cada cepa apresentou resistência a mais de dois antibióticos, sendo que as cepas patógenas apresentam maior resistência à gentamicina e à tilosina. Se você prefere ler o artigo, é só clicar aqui!!

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